Durante a operação Castanheira II, realizada pela 17ª Brigada de Infantaria de Selva, entre os dias 19 a 25 de setembro, aplicou R$ 2.365.000,00 (dois milhões, trezentos e sessenta e cinco mil reais) em multas. A ação é contra crimes ambientais e transfronteiriços, em toda a sua faixa de fronteira. As atividades da operação respeitaram as medidas de prevenção e combate à disseminação da Covid-19.

De acordo com as informações, a 17ª Bda Inf Sl, “Brigada Príncipe da Beira”, atuou juntamente com agências governamentais e estaduais de fiscalização, bem como com as forças auxiliares dos estados de Rondônia e Acre. Foram desenvolvidas ações de Reconhecimento, Patrulhas Terrestres e Fluviais, Postos de Controle Estáticos e Dinâmicos em ambientes Terrestres e Fluviais, além de revistas de pessoal, veículos, embarcações e aeronaves.

A Operação coordenada pelo Comando da 17ª Brigada de Infantaria de Selva, sediado em Porto Velho (RO), empregou tropas do Comando de Fronteira Rondônia/6º Batalhão de Infantaria de Selva, situado em Guajará-Mirim (RO); do Comando de Fronteira Acre/4º Batalhão de Infantaria de Selva, situado em Rio Branco (AC); do Comando de Fronteira Juruá/61º Batalhão de Infantaria de Selva, situado em Cruzeiro do Sul (AC); da 17ª Companhia de Infantaria de Selva e das OM de apoio da Brigada, situadas em Porto Velho (RO).

O cumprimento das diversas missões envolveu um efetivo de aproximadamente 320 militares e 54 agentes das demais instituições, que atuaram na faixa de fronteira do Brasil com o Peru e a Bolívia. Ao longo de 6 dias, foram realizadas 2.276 (duas mil, duzentas e setenta e seis) revistas de pessoas, veículos, embarcações e aeronaves, bem como foram efetuadas apreensões, dentre as quais destaca-se a de 723m³ de madeira.

Melhorias

Paralelamente ao combate aos crimes, as tropas contribuíram na recuperação de uma escola de Extrema (RO), que acolheu o Comando de Fronteira Acre/4º Batalhão de Infantaria de Selva (C Fron AC/4º BIS). (Com informações da A.I)

Diário da Amazônia